terça-feira, 3 de junho de 2014

Das coisas mais leves

No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas
que o vento não conseguiu levar:
um estribilho antigo
um carinho no momento preciso
o folhear de um livro de poemas
o cheiro que tinha um dia o próprio vento...


E é com esse poema do Mário Quintana, do qual eu gosto muito, que inicio meu blog. Que seja doce.

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